Após endurecimento das medidas restritivas, casos ativos de covid-19 em Nova Andradina caem 49,7%
13 óbitos ocorreram neste período, contudo todas as vítimas fatais foram contaminadas com o vírus antes da edição dos decretos municipais

Quinze dias após o endurecimento das medidas restritivas para conter o avanço do novo coronavírus, número de casos ativos em Nova Andradina registram queda de 49,7%.

Segundo dados disponibilizados no boletim municipal publicado diariamente no link da transparência covid-19 (https://covid.pmna.ms.gov.br/boletim-municipal), no site da Prefeitura Municipal, no dia 15 de maio o município contava com 55 mortes e 111 casos ativos. Em 29 de maio, data em que os decretos entraram em vigor, 68 obitos estavam registrados, com 252 casos ativos.

Dia 13 de junho, último dia da vigência das medidas, o município registrou 127 casos ativos e 81 mortes, o que significa uma redução de 125 casos ativos (49,7%) e 13 óbitos no período. No entanto, todas as vítimas fatais foram contaminadas com o vírus antes da edição dos decretos.

O secretário de saúde, Sérgio Maximiano, afirmou que o aumento nos casos ativos e a superlotação da UTI Covid no Hospital Regional motivaram o prefeito Gilberto Garcia a determinar medidas mais drásticas no município pelo período de 14 dias.

 “Apesar das medidas não serem tão populares, se mostraram eficientes Nenhuma morte está relacionada ao período de 29 de maio a 13 de junho, já que todas as pessoas que perderam a vida neste período, tiveram início dos sintomas em data anterior aos decretos. Além disso, houve redução dos casos ativos em quase 50%”, analisa o titular da saúde do município.

As estatísticas revelam ainda que houve uma pequena redução no número de casos confirmados. No primeiro período analisado (15 a 29 de maio), 505 testaram positivo para a Covid-19, enquanto que no período de restrições, foram contabilizados 473.

Diante dos resultados positivos alcançados, o governo municipal informou que poderá reeditar medidas restritivas, caso haja necessidade. “Nossa vontade é intervir o menos possível no funcionamento do comércio, das escolas e demais setores da economia local, mas salvar vidas está no topo das nossas prioridades”, encerrou.

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